

Economizando em sua casa




O projeto Rota da Reciclagem traz a coleta seletiva para o mundo da internet. O site foi desenvolvido pela Tetra Pak e agora conta com o apoio da Piracanjuba.
O uso de iluminação LED permite reduzir o consumo de energia elétrica em cerca de 90% em relação a uma lâmpada incandescente comum e, em cerca de 50%, em relação as lâmpadas fluorescentes.
Além da economia na conta de energia elétrica, uma lâmpada LED (light emitting diode) tem uma durabilidade cerca de 5 vezes maior do que as lâmpadas fluorescentes e, por não conter mercúrio, como as lâmpadas fluorescentes, não é necessário realizar a descontaminação da lâmpada, como ocorre nas fluorescentes.
É possível economizar água em sua residência de forma barata e eficiente com a instalação de pequenas peças nas tubulações.
Nas torneiras da cozinha e do banheiro, arejadores evitam que a água seja desperdiçada, proporcionando uma redução do fluxo da água.
Nos demais pontos de água da residência (chuveiros, torneiras), é recomendado o uso de restritores de vazão constante, também conhecidos como redutores de pressão. A orientação técnica de uso é para aqueles pontos em que a “força” da água é elevada quando aberto.
A instalação de válvulas de duplo acionamento nas bacias sanitárias, para sólidos e líquidos, poderá reduzir o consumo nas descargas sanitárias em até 60%, gerando economia na conta de água a pagar e preservando o uso do recurso natural.
Fonte: Deca (2018)
O aproveitamento da água da chuva, além de beneficiar a economia, ainda tem o potencial de reduzir o escoamento excessivo de água quando ocorrem chuvas torrenciais, evitando também alagamentos nas cidades.
O aproveitamento da água da chuva poderá ser utilizado em:
De forma alternativa, no lugar de uma cisterna de alta capacidade, poderá ser instalada, com baixo custo, uma mini cisterna feita de bombona plástica, que proporcionará uma economia significativa.
Fonte: http://www.sempresustentavel.com.br/hidrica/aguadechuva/agua-de-chuva.htm, acessado em 19Ago2018.
Um dos vilões de consumo energético numa residência é o uso de chuveiros elétricos.
O aquecedor solar de água é uma alternativa prática e eficaz. Trata-se de um sistema composto por coletores solares instalados sobre o telhado e ligados em uma caixa de água, preferencialmente revestida com isolante térmico, que servirá para armazenar a água aquecida nos coletores.
Com isso, o chuveiro poderá ser desligado ou usado na posição verão o ano inteiro, sendo ainda mais eficaz se aliado a um aparelho com dimmer (ou chuveiro eletrônico) para servir de suporte térmico nos dias sem sol.
Fonte: http://www.sempresustentavel.com.br/solar.htm, acessado em 19Ago2018.
Um projeto de arquitetura pode, e deve, ser desenvolvido explorando as condições de
insolação e ventilação, de modo a economizar energia e a proporcionar conforto aos usuários.
Uma das estratégias mais usadas para esse fim é a ventilação cruzada, promovida quando
as aberturas de portas e janelas são posicionadas em paredes opostas ou adjacentes
no ambiente, favorecendo a circulação do ar.
A ventilação natural pode ser feita também pelo chamado efeito chaminé, que
ocorre por conta da diferença de densidade entre ar quente e frio.
Para isso, a construção deve ter pequenas aberturas instaladas próximas ao piso,
para a entrada de ar, e outras mais altas (no teto ou nas paredes) para a exaustão.
A ideia é permitir que o ar quente suba e busque saída pelo ponto mais alto do ambiente,
aumentando a entrada de ar mais frio pelas aberturas inferiores.
Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2014/10-medidas-que-podem-tornar-sua-casa-mais#ixzz5OgM51kbQ
São consideradas tintas ecológicas as formuladas com matérias-primas naturais, sem componentes sintéticos ou insumos derivados de petróleo. Um exemplo é a pintura a cal, também conhecida como caiação. Esse tipo de acabamento permite a difusão do vapor d’água (ou ‘respiração’) da parede, porém tem baixa viscosidade, ou seja, escorre e respinga durante a aplicação, apresentando aspecto “manchado” em dias de chuva.
Fácil de executar, a caiação custa menos do que a pintura convencional com tintas sintéticas: para ter uma ideia, um saco de cal (oito quilos) custa cerca de R$ 10 e é o suficiente para cobrir 40 m² por demão. Há, também, as tintas sintéticas livres de compostos orgânicos voláteis (COVs), elas não liberam hidrocarbonetos aromáticos agressores à camada de ozônio e à saúde de quem as manipula.
Porém, antes de adquirir esses produtos, vale conferir se não há o emprego de metais pesados em sua composição, pois eles também fazem mal à saúde e ao ambiente. Também é necessário ter atenção para não cair no apelo de marketing de alguns fabricantes: produtos sem cheiro e à base de água podem ser ótimos em vários aspectos, mas não necessariamente estão livres de componentes tóxicos. São poucos os fabricantes no Brasil que trabalham com tintas efetivamente sem COV. Até por isso, esses produtos chegam a custar o dobro das tintas convencionais: uma lata de 3,6 litros sai por cerca de R$ 100,00.
Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2014/10-medidas-que-podem-tornar-sua-casa-mais#ixzz5PVBY1EW1